As palavras dele ecoavam na mente dela como um CD arranhado e a imagem dele dançava em sua mente com uma nota de desespero.
Ela havia corrido o caminho todo de volta, com o vento secando as lágrimas que cismavam em cair. O chão ainda estava molhado por causa da chuva que caíra a tarde toda, e seus pés pareciam achar cada poça d'água na rua.
Ainda sentia a pele dele e ainda sentia o cheiro dele que ficara em sua camisa embriagando seus sentidos. O coração disparado ressoava na caixa toráxica, mas ela parecia ignorá-lo solenemente, enquanto secava os pés no tapete e abria a porta de casa.
Seu rosto ainda estava lívido com a provação que passara, sua cabeça rodava e ela queria um copo de água para aliviar a secura dos lábios. Seus olhos focaram novamente e a menina se jogou na cama, desejando nunca mais acordar.
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1 comment:
O caminho certo, nunca é o melhor.
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