Deram-se as mãos e um calor percorreu seu braço, como se num conto de fadas. Sorriu discretamente, apenas para si mesma, garota boba que era. Virou o rosto para o lado, mas ele já havia percebido o seu sorriso e isso o encheu de orgulho.
Era orgulho, sim, o que sentia. Orgulho de estar com ela ali, orgulho de ser o único capaz de fazer abrir aquele sorriso de rosa em flor. Olhou o zepelim prateado que cortava o céu, com a visão privilegiada do alto da colina em que estavam.
O sol se punha ao longe e ela encostou a cabeça no ombro dele, totalmente imersa em seus pensamentos. Um sino tocou ao longe, e, naquele instante, ele compreendeu o verdadeiro significado da palavra 'plenitude'...
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3 comments:
Lindo. Como sempre seus textos que descrevem os momentos pequenos e importantes são os mais belos. Beijos =D
A minha monografia é sobre perfil de publico consumidor. E realmente, com vizinhos com rojoes e cornetas é bem pra virar emo mesmo...mas não prolongue sua angustia a um pobre jornalista com eu..heheheh.
beijos.
Poxa, bom que tu conseguiu escrever algo. Eu não tive a mesma sorte. Mas ficou muito bonito.
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